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A Blocktime Coworking está dividida em duas unidades, Coworking Heroes, voltada ao público da economia colaborativa e a Coworking Saúde e Bem-Estar, para os profissionais da área.

Coworking Heroes:
Rua Galeno de Almeida, 188 – São Paulo

Contato:
coworking@blocktime.com.br
+55 11 3055-3400

Nossa sede está a 150 metros do Metrô Sumaré.

Coworking Saúde e Bem-Estar:
Rua Artur de Azevedo, 289 – São Paulo

Contato:
contato@blocktime.com.br
+55 11 3062-5824

Próximo a estação de Metrô Oscar Freire.

Qual o futuro do coworking?

Imagem mostra pessoas trabalhando em mesa compartilhada

Qual o futuro do coworking?

A Blocktime Coworking traz as previsões do nosso setor no mundo pós-pandemia. 

Antes de 2020, falar sobre pandemia, distanciamento social e adoção em massa do home office parecia uma obra distópica de ficção científica. Porém, essa realidade antes impensável, veio como um tufão na vida de todos e, desde março de 2020, permaneceu. O fato é que, mesmo após a pandemia, as formas de trabalho irão mudar para sempre. Fica o questionamento, o que acontecerá com o coworking? 

O conceito de “ir ao trabalho”, atravessar a cidade por horas, bater ponto, ter uma hora de almoço e refazer todo caminho de volta para casa, parece compor  um passado distante. Afinal, o trabalho remoto veio para ficar, já que se mostrou eficiente. 

À frente disso estão os serviços oferecidos pelos coworkings. Os escritórios compartilhados, que há algum tempo já eram considerados espaços modernos, de networking e os “escritórios” do futuro. Fama mais do que reforçada, diante de uma realidade em que as empresas e as startups têm enfrentado grandes mudanças com a pandemia e o isolamento social.  

Apesar do cenário otimista para o setor, existem alertas de uma queda significativa na procura pelos escritórios compartilhados. Afinal, o home office caiu no gostinho de muitos colaboradores e, principalmente, das empresas. Mas será que o setor de coworking corre riscos de perder lugar no pódio do futuro do trabalho? 

No artigo de hoje, a Blocktime Coworking traz para vocês as previsões e as tendências dos espaços de coworking. Bloco de notas aberto? Vem com a gente!

Imagem mostra mão de mulheres usando notebook e xícara de café ao lado

 

O baque inicial 

No primeiro momento, quando recebemos a notícia de que o distanciamento e o isolamento sociais eram obrigatórios, muitos donos de coworkings viram seus espaços se esvaziando. Principalmente em locais coletivos, com mesas e espaços compartilhados entre várias empresas.  

Após mais de um ano do começo da pandemia, os espaços sentiram a necessidade de se adaptar ao “atual normal”. Hoje, a segurança dos espaços está baseada em três alicerces básicos: o distanciamento profissional, a limpeza e a sinalização indicativa. Assim, os locais precisaram reconfigurar toda a disposição de seus espaços.  

Essas mudanças visam garantir maior segurança para os usuários durante sua permanência no local, substituindo a experiência do trabalho remoto dentro de casa. Acompanhe com a gente mais detalhes sobre cada um dos pilares:

Distanciamento profissional

Precisa ser cumprido, seguindo obrigatoriamente todas as normas e protocolos exigidos pelos órgãos competentes da área da saúde. São necessários ao menos 2 metros entre cada usuário.

A limpeza dos Coworkings

Como não podia ser diferente, a higienização deve ser priorizada, principalmente sobre as mesas, as poltronas, as cadeiras e até mesmo o ar-condicionado. O álcool em gel, aliado na prevenção da Covid-19, também deve ser distribuído em pontos estratégicos, caso haja necessidade imediata de utilização. 

A sinalização indicativa

O terceiro alicerce dentro do coworking é a implementação e o reforço das sinalizações por todo o espaço, a fim de evitar aglomerações em áreas comuns. 

Todas essas medidas são fundamentais para a retomada de todas as atividades nos espaços compartilhados. A Blocktime, por exemplo, não abriu mão de realizar tais mudanças. 

Inclusive, o espaço recebeu o selo de “Escritório mais Seguro” pelo cumprimento correto de todos esses protocolos de segurança; além de adotar outras medidas como a zona de desinfecção, a entrada touchless, o termômetro e a maior circulação de ar. 

Mas, será que com o aumento de pessoas trabalhando em casa, o serviço de coworking pode estar com os dias contados? Não soltem nossa mão e continuem o artigo com a gente!

Imagem mostra espaço interno da Blocktime Coworking com disposição de mesas para eventos

Cenários pós-pandêmicos  

Em 2020 o site Business Insider afirmou que a pandemia tornou possível um experimento que mudou para sempre a forma de se trabalhar. Ou seja, com a alta aprovação do trabalho remoto, muitas empresas se viram na obrigação de mudar a disposição de seus locais físicos no futuro pós-pandêmico.  

Em busca de espaços mais flexíveis, muitas empresas optaram pelo serviço de coworking para reduzir custos com as locações. Afinal, a melhor opção diante da incerteza é a oferta de contratos mais adaptáveis às emergências e que temos vivenciado nestes últimos meses. O protagonismo dos espaços compartilhados no pós-pandemia é visto com otimismo.

Claro que ainda há profissionais com perfil mais conservador que não abrem mão da rotina de ir ao trabalho, bater ponto e depois voltar para casa. Mas ter opção é maravilhoso! As empresas poderão optar por rotacionar seus empregados em locais mais flexíveis, suprindo assim a necessidade daqueles que não se adaptaram ao trabalho remoto. 

Antes mesmo da pandemia, a previsão de crescimento do setor era evidenciada por meio de pesquisas que sugeriam a busca por ambientes de trabalho alternativos.  Por outro lado, com a popularização do home office, muitas pessoas encontraram um novo amor: trabalhar no conforto da própria casa. 

É por isso que o serviço de coworking terá que se adequar cada vez mais a essa realidade. Ou seja, é preciso entregar aos os coworkers a mesma segurança que eles encontram em seus lares. Há espaços, inclusive, que já pensaram em alternativas secundárias para geração de receita, como a oferta de serviços contábeis, além de comodidades digitais. 

 

A Blocktime Coworking

Com anos de experiência na locação de espaços corporativos, nós possuímos três unidades: duas na região de Pinheiros e uma na Vila Mariana. Oferecemos o que há de mais moderno em estrutura para as empresas e para os profissionais autônomos. 

Além de seguir todos os protocolos citados acima, estamos atualizados com as tendências do setor. Mesmo em tempos de pandemia, e, principalmente nesse cenário, é possível realizar a locação de nossas salas privativas, garantindo a segurança de todos.  

Imagem mostra espaço interno da Blocktime Coworking com móveis

O escritório virtual também é um serviço que muitos coworkings ao redor do mundo vêm implementando. Aqui, não podia ser diferente, são diversos benefícios: gestão de correspondência, descontos nas salas de reuniões e na rede de parceiros, garantia de até 2 horas de reunião, entre outros. 

Todas essas possibilidades, que vão além de espaços físicos, fazem parte do futuro dos coworkings. Nós temos acompanhado de perto para oferecer as melhores soluções a todos os nossos clientes. Além disso, buscamos sempre trazer conteúdos que mantenham todos nós conectados com as tendências atuais.

Esperamos que tenham gostado. Tem algum tema que vocês querem ver por aqui? Compartilhem com a gente! Até mais! 


João Marcos Guirau

Graduado em Arquitetura e Urbanismo pelo SENAC SP, é fundador da Blocktime Coworking e sócio do grupo Blocktime, referência em operação e otimização de escritórios. Entusiasta da economia compartilhada, participa ativamente de grupos relacionados ao tema e adquiriu conhecimento e expertise em arquitetura e design para coworkings, sendo responsável pela gestão operacional dos espaços. Atua, desde 2015 como organizador do Encontro Coworking Brasil e apoiador de muitas das iniciativas relacionadas a este universo, está sempre buscando mais conhecimento sobre novas formas de trabalho, participando frequentemente de conferências internacionais sobre o tema.