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A Blocktime Coworking está dividida em duas unidades, Coworking Heroes, voltada ao público da economia colaborativa e a Coworking Saúde e Bem-Estar, para os profissionais da área.

Coworking Heroes:
Rua Galeno de Almeida, 188 – São Paulo

Contato:
coworking@blocktime.com.br
+55 11 3055-3400

Nossa sede está a 150 metros do Metrô Sumaré.

Coworking Saúde e Bem-Estar:
Rua Artur de Azevedo, 289 – São Paulo

Contato:
contato@blocktime.com.br
+55 11 3062-5824

Próximo a estação de Metrô Oscar Freire.

Coworking 100% feminino: você já ouviu falar nesse conceito?

Imagem mostra mulheres empreendedoras da Blocktime Coworking

Coworking 100% feminino: você já ouviu falar nesse conceito?

As mulheres estão em busca de igualdade em todos os cenários sociais. Nessa luta diária, surgiu uma nova proposta que veio para ficar. Conheça o espaço “delas”!

 

Em pleno século XXI, apoiar a diversidade e a inclusão é um papel fundamental de cada indivíduo. Todos devem ser bem-vindes!

Justamente por isso, estamos sempre de olho nas tendências que envolvem todas as minorias. O coworking 100% feminino é uma delas! Vem com a gente entender porque é que espaços direcionados a públicos específicos têm ganhado cada vez mais força.

 

Imagem mostra mulheres trabalhando em Coworking

Mas se estamos falando de inclusão, por que separar?

 

Não há como negar que, infelizmente, ainda precisamos proteger e fortalecer as minorias. Aqui, nossa pauta é do grupo feminino, mas entendemos que muito do que será abordado, pode representar os demais.

Se você não compõe alguma minoria, pode ser mais complicado de compreender a necessidade de um coworking exclusivo, até porque essa realidade não faz parte da sua vida. Por isso, trouxemos alguns dados e contextos relevantes.

Já imaginou olhar ao redor e não se sentir seguro dentro do próprio ambiente corporativo? É como se a vulnerabilidade fizesse parte da sua rotina, representada de várias formas: discursos interrompidos, ideias e projetos desenvolvidos por você, mas com créditos concedidos a outros, salários e oportunidades desiguais… e por aí vai.

Sem contar a violência. Segundo uma pesquisa realizada com paulistanas pela organização Rede Nossa São Paulo, a quantidade de mulheres que já sofreu algum tipo de preconceito ou discriminação só aumenta: 22% das entrevistadas sofreram assédio no trabalho, 14% dentro da própria família e 10% dentro de transportes privados.

Outro dado relevante, segundo relatório especial do SEBRAE sobre o empreendedorismo feminino de 2019, é que 25% das consideradas donas de negócio trabalham em casa, o que significa, ainda mais num cenário de pandemia, dividir o tempo com afazeres domésticos, filhos, idosos, etc.

Diante de toda essa realidade, fica difícil sentir confiança, conforto e liberdade para criar, direcionar, manter o foco e produzir. É nesse contexto que surgem os coworkings 100% femininos. Neles, a proposta não é somente a locação de um espaço, mas também o favorecimento do desenvolvimento pessoal e profissional das mulheres.

 

Imagem mostra mulheres sorrindo juntas

É sim sobre coletivo!

 

Muito tem se falado sobre empoderamento e, diferentemente do que se pensa e divulga, ele não está relacionado apenas ao amor próprio. Mais do que isso, é a autoconsciência do grupo ao qual você faz parte, das fragilidades e do protagonismo com responsabilidade.

O livro de Barbara Solomon, Black Empowerment: Social Work in Opressed Communities traz o conceito de que apenas quem viveu e sentiu as opressões cotidianas na pele, de fato, conseguirá identificar a melhor maneira de lidar com elas.

Ou seja, é saber que, se você é mulher, pertence a um grupo de minoria, e, sabendo disso, toma decisões sobre fatos que dizem respeito apenas às mulheres.

Assim, podemos dizer que empoderamento é coletivo. É conscientização e senso de coletividade. São indivíduos que pensam e agem de forma coletiva. E nada melhor do que estar em um ambiente assim para evoluir junto, com pessoas que vivem, cada uma com sua diferente história, opressões coletivas.

Em um coworking 100% feminino, o estímulo à capacidade, força e coletividade transbordam. É nessa atmosfera reservada que é possível fortalecer a segurança e o empreendedorismo, permitindo que as mulheres sejam autênticas e espontâneas, sem se preocupar com pressões, assédios e abusos.

 

Sem falar na Sororidade

 

Outra palavra que tomou conta das redes sociais nos últimos tempos foi a sororidade. De uma forma geral, consiste na solidariedade entre mulheres, no ato de apoio para a conquista de liberdade, de igualdade de gêneros e conquista de direitos como humanas.

Sororidade é uma rede de apoio: são mulheres impulsionando, acolhendo, somando forças e crescendo juntas. É a discussão e a disseminação da comunidade feminina.

Nesse contexto, um coworking destinado apenas às mulheres torna-se o lugar ideal: a criação de espaços seguros que possam gerar diálogos e empatia mútua. Ainda mais em um país como o Brasil, onde o empreendedorismo feminino cresce a cada dia.

Imagem mostra mulheres empreendedoras da Blocktime Coworking

Donas de si

 

Ainda com dados do  relatório especial do SEBRAE sobre empreendedorismo feminino no Brasil,  a ascensão e o destaque do potencial feminino salta aos olhos: as Donas de Negócios correspondem a 34% dos 27,4 milhões de donos de negócio no Brasil.

E não para por aí: são mais jovens, têm maior escolaridade,  índices menores de inadimplência, e, ainda assim, ganham menos e pagam taxas de juros maiores. É preciso olhar para todas essas profissionais, elas são grandes potenciais de investimento.

Espaços que possam impulsioná-las como empreendedoras só têm a crescer. Em um coworking 100% feminino, as oportunidades são inúmeras: visibilidade, networking, oportunidades diversas. É por isso que essa tendência tem aumentado e já existe também nos EUA, França, Canadá, Inglaterra, Rússia, etc.

Sentir confiança, acolhimento, ter acesso à informação, liberdade para criação, conexão e a oportunidades, são direitos de todos. A ideia não é separar, mas existirem possibilidades de escolha para grupos que ainda não se sentem seguros em todos os contextos.

Além de coworkings destinados apenas ao público feminino, existem outros coworkings que pregam a filosofia do respeito e do acesso a todos. Um deles é a Blocktime Coworking, localizada em São Paulo, com unidades em Pinheiros e Vila Mariana.

Imagem mostra mulheres trabalhando na Blocktime Coworking

 

A força feminina da Blocktime

 

É claro que não podemos deixar de citar a força feminina que temos dentro da casa. Atualmente a Blocktime é composta por profissionais das mais diversas áreas possíveis. São elas que nos inspiram e nos ensinam sobre todos os assuntos abordados acima. Que buscam por igualdade, respeito e um mundo mais justo. Esse texto é destinado a elas. As mulheres que fazem a casa ferver todos os dias!

Nossa expectativa é que possam existir cada vez mais espaços de trabalho em que o convívio seja baseado na igualdade, liberdade de expressão, respeito e oportunidades a todos. Enquanto isso não acontece, apoiamos essa causa e esperamos sua visita!

 


João Marcos Guirau

Graduado em Arquitetura e Urbanismo pelo SENAC SP, é fundador da Blocktime Coworking e sócio do grupo Blocktime, referência em operação e otimização de escritórios. Entusiasta da economia compartilhada, participa ativamente de grupos relacionados ao tema e adquiriu conhecimento e expertise em arquitetura e design para coworkings, sendo responsável pela gestão operacional dos espaços. Atua, desde 2015 como organizador do Encontro Coworking Brasil e apoiador de muitas das iniciativas relacionadas a este universo, está sempre buscando mais conhecimento sobre novas formas de trabalho, participando frequentemente de conferências internacionais sobre o tema.